Uma compreensão precisa da jornada do cliente, features perfeitamente alinhadas à geração de valor, workflows em velocidade contínua e outras boas práticas de inovação em software fazem sentido quando geram produtos que funcionam.

“Em várias indústrias, tenho visto cenários de incertezas. As corporações querem garantir que seus funcionários continuem produtivos; as organizações de saúde constroem alternativas de atendimento digital; as escolas aumentam o uso do ensino online; mais varejistas entram forte no e-commerce; e os governos digitalizam os serviços públicos”, enumera Vicky Giavelli, diretora de produtos de Engenharia de Desempenho da Micro Focus. “Tudo isso acentua a dependência da performance. As organizações precisam repensar suas abordagens de desenvolvimento. Para entregar na velocidade que o negócio exige, as organizações precisam evoluir de um modelo de teste de desempenho em silos, realizado no  estágio final, para um que construa métricas de qualidade nos requisitos de lançamento antes do início do desenvolvimento”, afirma.

A especialista destaca três fatores principais para uma estratégia de Quality Assurance e UX:

Extensão da responsabilidade pela performance – “O custo do baixo desempenho do aplicativo não pode recair só na QA. Não dá mais para ir empilhando um monte de aplicativos para o controle de qualidade. O desempenho deve se tornar responsabilidade de todos, desde o designer, codificador, desenvolvedor, testador de controle de qualidade até o engenheiro de performance”, diz Vicky.

Inserção nos processos de CI/CD – “Deixar os testes de desempenho para o final resulta em um design de aplicativo ruim, custos mais altos de mudança, atrasos no lançamento e problemas de produção”, resume a diretora da Micro Focus. Na abordagem de testes “shift-left”, os desenvolvedores testam imediatamente o código que criam e alteram. O processo de testes inclui os microsserviços; a integração entre eles; a compatibilidade com navegadores e interfaces mobile; e o teste de caos, quando se verifica o comportamento do aplicativo em cenários aleatórios. Se essas etapas não são integradas aos ciclos de desenvolvimento, no estilo “cascágio” dos “gateways de Qualidade”, é provável que se comprometam os prazos ou a própria viabilidade da aplicação, pela dificuldade de retroceder todo o caminho das falhas identificadas nos testes.

Monitoramento granular e fim a fim – Aplicações baseadas em microsserviços rodando em multicloud não implicam que o desenvolvedor deva viver perigosamente. A indisponibilidade de uma dependência ou uma latência acima do aceitável, por exemplo, realmente podem derrubar um aplicativo. E nas atuais aplicações tudo é configurado de forma dinâmica, os contêineres, as instâncias e as redes virtuais. A agilidade para conferir como a aplicação performa e se escala, e sua resiliência a eventos nos sistemas e conexões, é fundamental para decisões de contingenciamento de serviços e garantia de disponibilidade e desempenho.

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